Pula logo cedo, cai na rua à contra-mão,
dobra a esquina, pára, hesita,
segue as curvas de um quadril.
Esquece a condução, toca pra um velho botequim,
onde um grande dia espera
o ano inteiro, sem dormir.
Desce uma da casa,
sal no tira gosto,
passa a tarde, a noite afora,
docemente assim.
Ganha na cacheta, deu no seu pavão,
some de mansinho com a morena do patrão
dorme pilequinho
e deixa a conta no balcão.
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